quinta-feira, 4 de agosto de 2011

NÃO! as modinhas passageiras

Se tem uma coisa que me irrita muito, é ouvir alguém dizer: "ah, também está nessa modinha agora?". :@
Vampiro Lestat (2002)
E eu ouço isso muito ultimamente, afinal uma das lendas que mais me fascina "virou modinha" : Vampiros.
Pode parecer meio clichê, mas eu tenho uma obsessão por tudo que se relacione a essas criaturinhas sugadoras de sangue. Livros, filmes, seriados...
O primeiro registro por escrito de um demônio sugador de sangue data de 125 a.C., foi uma lenda grega. Pode ser a lenda mais antiga do mundo. E é isso que mais me chama a atenção. Todos sabemos que é uma LENDA, mas uma lenda passada durante 2 milênios de pai para filho não é de fato imortal?
Apesar de serem a modinha do momento, os vampiros não me parecem menos interessantes. E eu até fico feliz em saber que outras pessoas também se interessam pelo assunto. O que me irrita é ver pessoas que não fazem a mínima ideia da história do vampiro no cinema e na literatura se considerando experts no assunto, apenas por que assistiram Crepúsculo.


A moda atual é a Saga Crepúsculo e The Vampire Diaries (que eu assisto e adoro), sem contar os outros livros que existem por ai. Mas eu me pergunto, e os filmes e livros mais antigos ( que inclusive deram origem a esses novos livros e filmes ) onde foram parar?

Conde Drácula
Um filme que adoraria citar e penso que a maioria dos "Team Edward" não conheçam é Drácula de Bram Stoker (1992), baseado na obra Drácula de Bram Stoker (1896), que tráz Conde Drácula de volta ao cinema, agora com um lado mais humano, em busca da descendente de sua amada, assassinada no passado. Incluindo, é claro, os outros vários filmes que contam as aventuras deste ilustre Conde.


Vampiro Lestat (1994)
Outros dois filmes que não poderia deixar de citar são: Entrevista com o Vampiro (1994) e a Rainha dos Condenados (2002), baseados nos livros homônimos da escritora Anne Rice, que contam a história do conturbado (e rockstar) vampiro Lestat. 

Edward Cullen
Esses livros antigos, apesar de ficção, nos fazem perceber a batalha entre o bem e o mal dentro de cada um de nós. Além de nos fazer viajar por vários lugares do planeta, como: Grécia, Egito, Inglaterra, França...
Eu não gosto do modismo atual, pois quando algo "entra na moda" várias outras coisas sobre o mesmo assunto são esquecidas.


Gosto da Saga Crepúsculo e do The Vampire Diaries, mas não faço parte do Team Jacob ou Team Edward.
Eu faço parte do Team que quer ver aquilo que gosta em um todo, como parte da história do cinema e da literatura, e não como uma modinha passageira que logo será esquecida.


I'm on team of all vampires !

Fifteen

                         
Ontem á tarde eu estava procurando músicas em meu computador, na pasta músicas antigas (a pasta onde arquivo as músicas que ouvi muito e estou “dando um tempo”) quando encontrei uma música que não ouvia á quase três anos.  A música era Fifteen – Taylor Swift. Logo comecei a ouvi-la e lembrar - me da idade que intitula a música, Fifteen (quinze anos). Mas as lembranças não eram de fatos ocorridos nessa fase de minha vida, e sim, de fatos citados na música que realmente aconteceram. Na época em que ouvi a música pela primeira vez a letra dela não fez sentido algum para mim, mas com o passar do tempo passei a perceber que aquilo realmente acontece quando se tem quinze anos.
Não quero me prender a nenhuma idade específica. Mas para nós mulheres, sempre há uma idade em que tudo parece ser um conto de fadas.
Quando se tem quinze anos parece que já chegamos tão longe, tão alto, mas mal sabemos que é apenas o começo. As festas parecem mais divertidas, os amigos são mais verdadeiros e eternos, todo filme romântico ou dramático parece um retrato de nossa vida, as decepções não são tão doloridas, pois nessa faze nos preocupamos mais em seguir em frente...
Tudo é perfeito até vir alguém e acabar com seu mundo dos sonhos, te trazendo de volta para o mundo real. É triste? Muito. E aí você chora, grita, deseja desaparecer. Mas o mais engraçado em tudo, é que é necessário que nós passemos por isso. Não afirmo que seja o maior, mas está entre os maiores aprendizados de nossa vida.

É a partir daí que entramos na realidade do mundo. Aprendemos que com quinze anos não andamos nem um terço do caminho. Descobrimos quem somos realmente. Selecionamos as amizades que realmente valem à pena. E nossas vidas não são mais iguais filmes protagonizados por atores. Por que agora, somos os protagonistas de nosso próprio filme, e ele pode ter um final feliz.
Gostaria que toda garota ouvisse essa música e relembra-se a faze que mais marcou sua vida. Muitas chorariam, outras ririam, e algumas gostariam de voltar no tempo.
Eu, em particular, me contentaria em voltar no tempo e contar a mim mesma tudo o que eu sei hoje. O que eu não sabia quando tinha quinze anos.